Em um mundo onde a tecnologia alcançou o auge do controle e o poder foi fragmentado entre reis sem legitimidade, Aethelgard ergue-se como o retrato de uma civilização que trocou a alma pelo algoritmo. Entre exoesqueletos, leis programadas e vigilância total, a justiça tornou-se cálculo, e a força, um fim em si mesma.
Mas nas margens desse império de ferro e silício, surge o Exílio dos Humilhados — um povo sem tronos, sem armas e sem voz política, cuja revolução não nasce da violência, mas da fidelidade a princípios que o sistema não consegue processar: humildade, perdão, serviço e amor.
Enquanto os Três Reis Bastardos disputam o controle do reino por meio da força, da lei e do ouro, uma verdade antiga começa a se revelar: nenhum império sobrevive quando tenta governar o mundo sem antes governar a si mesmo. Entre martírios silenciosos, traições, sacrifícios invisíveis e uma ressurreição que transforma não apenas indivíduos, mas estruturas inteiras, desponta um Reino que não é deste mundo — e, justamente por isso, é o único capaz de permanecer.
Coroas de Ferro e Silício é uma alegoria épica sobre poder, tecnologia, fé e redenção. Um romance que confronta a obsessão pelo controle e propõe uma revolução radical: aquela que começa no interior humano e transforma o mundo não pela espada, mas pela entrega.
| Número de páginas | 191 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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