Entrar na Medicina é fácil de explicar. Difícil é explicar o que acontece depois.
Entre provas, estágios, comparações, cafés intermináveis e aquela sensação de que todo mundo parece estar dando conta — menos você — surge a pergunta que quase ninguém verbaliza: “é normal estar sempre assim?”
Como não surtar na Medicina (e ainda aprender muito) nasceu da vivência real de quem já tentou fazer tudo, já se sentiu ocupada demais, já ouviu que estava exagerando — e, mesmo assim, escolheu continuar. Não por pressão, mas por propósito. Este não é um livro escrito por alguém que “descobriu o segredo”, e sim por alguém que aprendeu, aos poucos, que o caminho não precisa ser caótico para ser consistente.
Aqui você não vai encontrar romantização do sofrimento nem promessas irreais de produtividade perfeita. Vai encontrar estratégia, honestidade e humanidade. O livro fala de estudo de verdade (não só de horas sentadas), de organização possível (mesmo quando ela falha), de carreira construída passo a passo, de pesquisa, estágios, currículo, liderança, descanso, autoconhecimento — e, principalmente, de aprender a gostar do processo sem se perder nele.
Este é um livro para quem sonha grande, toma muito café, erra, recomeça, aprende no caminho e insiste. Para quem entendeu que excelência exige esforço, sim — mas também exige clareza, escolhas e coragem para dizer “não” ao que não faz sentido.
Se você ama a Medicina, mas não quer pagar o preço de surtar para chegar lá, este é seu livro!
| Número de páginas | 154 |
| Edição | 2 (2026) |
| Idioma | Português |
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