Cardiologia – Quando Controlar Não É Curar investiga um dos territórios mais recorrentes da prática cardiológica contemporânea: o cuidado quando o controle clínico é possível, mas a normalização não ocorre. Condições como hipertensão arterial e insuficiência cardíaca impõem um campo em que a intervenção reduz riscos e estabiliza quadros, sem restituir o organismo ao estado anterior à doença.
A obra propõe uma leitura ética e conceitual da cardiologia orientada pela permanência do cuidado. Em vez de centrar-se em protocolos, metas numéricas ou promessas de reversão, o livro examina como sustentar responsabilidade clínica ao longo do tempo, diante de trajetórias marcadas por cronicidade, progressão e limitação terapêutica. O controle é tratado como necessário, porém insuficiente para definir o sentido do cuidado.
Ao longo do texto, o acompanhamento cardiológico é analisado como prática contínua, que exige proporcionalidade, clareza decisória e presença sustentada. Hipertensão, insuficiência cardíaca e condições associadas são compreendidas não como problemas a serem definitivamente corrigidos, mas como processos que reorganizam a vida do paciente e o papel do médico.
Destinada a cardiologistas e profissionais da saúde, esta obra oferece um referencial conceitual para pensar a clínica cardiovascular quando tratar não significa curar e quando a responsabilidade permanece mesmo sem normalização.
| Número de páginas | 220 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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