Há o padrão. Há o pedigree. Há a foto do campeão no gramado. E há o que veio antes — o calor da fazenda mineira, o gado que não podia ser mordido, a noite em que a sede precisava de um cão acordado, e dois homens, em 1988, que decidiram não importar um molosso pronto: decidiram criar o cão que o Brasil pedia.
Bullmastiff Brasileiro é a história atrás da história da raça. Marcos Rondon, agrônomo e cofundador do projeto ao lado do zootecnista Nando Chaves, reúne quase quatro décadas de seleção feita no campo — não no ringue. Nasce nas propriedades de gado de Minas Gerais o cão que precisava ser rústico no verão, ágil no curral, fiel à família e duro com o estranho. Das linhagens pioneiras Redcapo's e Redchave's ao híbrido que recuperou o antigo equilíbrio Bull & Mastiff, o livro reconstitui o fio: Fila Brasileiro de padrão antigo, Bullmastiff inglês, Dogue de Bordeaux e o refinamento que deu nome e tipo ao que hoje a ALKC registra como Brazilian Bullmastiff.
Não é um manual de vitrine. É o relato de quem esteve no curral quando a raça ainda não tinha nome definitivo — O Fazendeiro, Bullmastiff Brasileiro . Entre fotografias, linhagens, temperamento, função e o texto do padrão, o leitor encontra o que os catálogos costumam omitir: por que este cão existe, para quem foi feito e o que se perde quando se copia a forma e se esquece o trabalho.Para criadores, juízes, estudantes de cinofilia e para quem vive com um desses cães sem saber ainda de onde ele veio.
| Número de páginas | 96 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Português |
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