Esta não é apenas uma obra literária; é um dispositivo de ruptura. Através de uma semiótica visceral que conecta a ancestralidade do barro à frieza do algoritmo, este livro decifra os sinais de uma civilização em colapso para oferecer o mapa de uma soberania inegociável. Imagine o instante em que o asfalto racha e você percebe que a rachadura não é um erro, mas a vida retomando o seu território. Este manifesto provoca a sua imaginação a enxergar além das sombras projetadas na caverna digital, revelando que a verdadeira tecnologia de ponta é a Coletividade. Aqui, o lucro se transforma em nutriente e a solidão do ego é substituída pela potência da tribo. Ao ler estas páginas, você sentirá os símbolos do poder antigo derretendo diante da clareza de uma nova consciência. O Messias não voltará porque Ele já se dissolveu nas suas mãos, e agora, o peso da criação é o seu maior privilégio.
Você está pronto para deixar de ser o espectador da tragédia alheia para se tornar o arquiteto da própria realidade regenerativa? O sistema espera a sua obediência. A terra espera o seu despertar.
| Número de páginas | 110 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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