Eis um tema difícil, independentemente da abordagem, seja ela religiosa, histórica, existencial, biológica. Falar da morte sempre desafiou os criadores, de Sêneca a Saramago, de Agatha Christie a Gabriel Garcia Marques. Pois eis um livro que traz a morte no título “A outra face da morte”, e durante todo seu texto propõe uma abordagem serena sobre o tema. O personagem principal, Neto, tem o desafio e a perplexidade de lidar com perdas de pessoas queridas. Instigado pelo avô, outra figura que vê a morte de forma diferente, e uma espécie de alter ego do autor, o executivo e escritor Pedro Sarro -, Neto vai da rejeição, passa pelo desafio e chega à compreensão sobre o tema, num enredo que mescla letras de canções, livros e filmes. Peter – o avô – atua como o mestre que busca, com paciência e sabedoria, ensinar ao seu pupilo. Ao mesmo tempo, Neto recebe a influência do amigo (imaginário ou não) Tom, que o orienta em muitas situações difíceis, e cuja origem é revelada no final, justificando muitas das ações da estória.
O desafio à morte é apresentado em situações onde o personagem participa de esportes radicais e situações-limite, em diferentes espaços geográficos, na Nova Zelândia, no Brasil, no México e na Índia. Do festival de Woodstock à pandemia do corona-vírus, um espaço de décadas mostra a trajetória de Peter, sua filha e seu neto, na busca da compreensão e do entendimento sobre o maior mistério da nossa existência.
| ISBN | 9786500887211 |
| Número de páginas | 250 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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