Lyra sempre soube que algo estava errado com o mundo — não de forma abstrata, mas física: um zumbido constante nos ouvidos desde criança, falhas na realidade que só ela conseguia perceber, um relógio que insistia em mostrar 07:83.
Arkan acreditava no sistema. Analista de segurança, racional até os ossos, passava os dias rastreando anomalias digitais que o governo preferia ignorar. Até que as anomalias começaram a apontar para o mesmo lugar: uma frequência. Antiga. Deliberadamente suprimida.
Quando os caminhos de Lyra e Arkan se cruzam, o que parecia loucura individual se transforma em uma verdade que poucos humanos já chegaram a tocar: a consciência da humanidade foi sequestrada. A Lua não é o que parece. E a memória de quem realmente fomos foi apagada — camada por camada, frequência por frequência.
A Frequência do Que Fomos é o primeiro volume de uma trilogia que atravessa civilizações extintas, bases lunares, energia primordial e o despertar de duas pessoas comuns diante de uma realidade que o mundo foi programado para não ver.
Para quem sempre sentiu que há algo além do que nos ensinaram a enxergar.
| Número de páginas | 150 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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