Thomas tinha vinte anos, entregava jornais de bicicleta, estudava medicina e achava que tinha a vida perfeita. Mãe carinhosa, pai presente, irmão pequeno, avó querida. Uma amiga que era quase a metade da sua alma — Iris, com seu estilo punk e sua língua afiada. Tudo no lugar certo.
Então, em questão de dias, tudo desmorona: a avó é assassinada, Iris parte sem data de volta, e na rua de uma cidade que ele conhecia como a palma da mão, Thomas é capturado por quatro homens. O que acontece naquela clareira não tem nome suave. É brutal, calculado, e o deixa por morto.
***
O que sobrevive, porém, não é mais Thomas. É Katy — uma mulher de vestido preto, batom vermelho e uma mala trancada que ninguém deve abrir. Uma mulher que percorreu estados, acumulou fortunas, construiu alianças com poderosos e, todas as noites, sai pelas ruas para caçar o tipo de homem que a destruiu. Não por justiça. Por necessidade. Porque é a única coisa que a faz se sentir viva.
Em Boston, Katy encontra Lisa — uma amiga de redes sociais que se torna mais do que isso. Depois Shawn, uma vítima que se transforma em aliado. E Jessica, uma mulher presa numa cela por ter matado quem a espancava, que ri da própria tragédia com uma naturalidade que desarma qualquer um. Por um momento raro, Katy aprende de novo o que é sentir calor humano.
Mas o passado não espera. Os quatro homens da clareira ainda existem. E Katy ainda os conhece pelo nome.
A Dama Negra é uma história sobre o que resta de uma pessoa depois qu
| Número de páginas | 221 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.