Na contemporaneidade, a frase “A Bíblia foi escrita por homens” é frequentemente lançada como um pretenso xeque-mate contra a fé, um argumento aparentemente definitivo para deslegitimar a autoridade dos textos sagrados. Mas será essa premissa uma refutação real ou apenas uma negligência intelectual repetida por conveniência?
Neste ensaio filosófico-teológico de apologética cristã, o autor afasta-se dos sentimentalismos e dos dogmas cegos para encarar o ceticismo moderno com o rigor da lógica, da história e da arqueologia. Longe de ser uma evidência de corrupção, o elemento humano na preservação das Escrituras revela-se o maior testemunho da sua transcendência: como uma biblioteca de textos redigidos em épocas, geografias e culturas tão distintas conseguiu convergir para uma linha moral única e incorruptível, que contraria frontalmente as próprias inclinações egoístas do homem?
Cruzando a análise factual com as descobertas arqueológicas e a denúncia contundente contra a mercantilização da fé promovida pelas instituições religiosas modernas, a obra resgata a essência do Evangelho Primitivo. Sob a luz dos nomes originais de YAUH e YAUSHA, este livro é um convite corajoso e indispensável à reflexão profunda, ao silêncio interior e ao confronto honesto com a verdade que o tempo e a soberba humana jamais conseguiram silenciar.
| ISBN | 9786502140352 |
| Número de páginas | 81 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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