A mente humana é um labirinto marcado por sombras e mistérios. Como um iceberg cujas profundezas escondem abismos intransponíveis, habitamos a superfície enquanto o desejo de libertação nos desafia a abandonar as ilusões da caverna. Na jornada existencial, a dor é inevitável — viver sem dor é utopia —, mas ela não é um fim; é o terreno ríspido onde o caráter se revela e a alma acorda para a verdade.
A epifania surge como esse relâmpago de clareza que atravessa a névoa dos dias: um momento súbito em que o olhar se desacelera, as ilusões se dissolvem e a realidade se revela na sua forma mais pura. É a ponte onde a intuição toca a razão, transformando a dor em iluminação um revelação cotidiana numa jornada de profundo significado.
É a mesma luz que se manifesta na beleza irrepetível do crepúsculo — quando o Criador pinta o céu em tons incandescentes sem usar pincéis ou tintas — ou no milagre límpido de um novo nascimento. Das sombras mais densas ao clarão de um pôr do sol, EPIFANIA convida o leitor a contemplar a própria existência sob o farol da consciência e a perguntar-se no silêncio da alma:
O processo de libertação é doloroso, mas você já viveu a sua epifania?
| Número de páginas | 125 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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