O HOMEM HORIZONTAL é o relato de uma solidão interrompida e de todas as consequências geradas pela introdução de um simplório num ambiente requintado. Para que nada seja omitido, já que só a verdade há de interessar, é necessário discutir temas dispersos e formular perguntas inesperadas, mas cruciais:
Você exigiria o direito de ser guilhotinado? Prefere Juliette Binoche ou Nicole Kidman? Até os elefantes podem dançar? Alguma vez chamou jiló de melancia? Niels Bohr ou Cecília Meireles? Já cantou “Gracias a la vida”, da chilena Violeta Parra? Como será o fim de Copacabana? A Olympia, de Edouard Manet, tem uma rosa nos cabelos? Há alguma correlação de Fernando Pessoa com a Teoria da Relatividade? Conhece a história de Inês de Castro? Por ternura também se mata? Importa saber quem foi Emma Bovary? A sua enciclopédia faz alguma referência a Ignacio Sánchez Mejías? Comeu alguma vez pied de cochon grillé? Nas horas difíceis você recorre a Carlos Drummond de Andrade? Tem algum conhecimento sobre o Demônio de Laplace? O coração tem razões que a própria razão desconhece? Alberto de Mônaco é mesmo ruim de mulher? Sócrates deixou-se envenenar?
Beati monoculi in regione caecorum? E ACDC, o que é mesmo o ACDC?
O Homem Horizontal certamente não responde a tantas e tão variadas questões de maneira sempre satisfatória, mas isso importa pouco, muito pouco, pois o objetivo é subir às altas e verdes varandas!
| Número de páginas | 350 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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